Bula do Aceclo-Gran para o Profissional

    Bula do Aceclo-Gran produzido pelo laboratorio Legrand Pharma Indústria Farmacêutica Ltda
    para o Profissional com todas as informações sobre este medicamento

    Bula do Aceclo-Gran
    Legrand Pharma Indústria Farmacêutica Ltda

    Bula do Aceclo-Gran
    Legrand Pharma Indústria Farmacêutica Ltda

    BULA COMPLETA DO ACECLO-GRAN PARA O PROFISSIONAL

    Legrand Pharma Indústria Farmacêutica Ltda.

    Comprimido revestido

    100mg

    Aceclofenaco comprimido revestido bula do profissional

    I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

    aceclofenaco

    APRESENTAÇÕES

    Comprimidos revestidos de 100mg em embalagens contendo 6, 12, 16 ou 24 comprimidos revestidos.

    USO ADULTO

    USO ORAL

    COMPOSIÇÃO:

    Cada comprimido revestido contém:

    aceclofenaco ........................................................................................................100 mg

    excipiente* q.s.p...................................................................................................com rev

    *povidona, celulose microcristalina, lactose monoidratada, ácido esteárico, croscarmelose sódica, hipromelose + macrogol, dióxido

    de titânio.

    II-INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

    1. INDICAÇÕES

    Aceclo-gran (aceclofenaco) está indicado para o tratamento de processos álgicos e inflamatórios tais como: dores de dente,

    traumatismos, mialgias (ex: lombares), dores agudas pós-cirúrgicas (pós-episiotomia, após extração dentária), periartrite do ombro,

    reumatismos extra-articulares (transtornos dos tecidos moles).

    Também é eficaz no tratamento crônico de processos inflamatórios como artrite reumatoide, osteoartrose e espondilite anquilosante.

    2. RESULTADOS DE EFICÁCIA

    A melhora dos sintomas em pacientes com gonartrose (osteoartrose [OA] de joelho) foi observada inicialmente em 2 (dois) ensaios

    clínicos duplo-cegos randomizados e controlados, que envolveram 367 ( e 378 pacientes, respectivamente. Aceclofenaco 100 mg

    duas vezes ao dia, durante 3 (três) meses, melhorou significativamente as dores no repouso e ao movimento, a sensibilidade e o

    edema articular, capacidade funcional e a duração do enrijecimento articular. O aceclofenaco parece menos efetivo na redução do

    eritema que outros sintomas

    1, 2

    . Um estudo clínico duplo-cego controlado em OA de joelho (N= 168), com duração de 6 semanas,

    comparou o aceclofenaco 100 mg duas vezes ao dia com o paracetamol 1000 mg três vezes ao dia. O aceclofenaco foi superior ao

    paracetamol de acordo com a avaliação pela Escala Visual Analógica (EVA), Índice de Lequesne para osteoartrite e avaliação

    global de médicos e pacientes. A tolerabilidade de ambos os tratamentos foi semelhante. Outro estudo randomizado duplo cego (N=

    591) comparou, na mesma indicação, aceclofenaco 100 mg duas vezes ao dia com diclofenaco 50 mg três vezes ao dia, durante 6

    semanas, e demonstrou eficácia semelhante entre os dois tratamentos, porém com melhor tolerabilidade gastrointestinal do

    aceclofenaco com 57,3% de incidência geral de sintomas gastrointestinais no grupo tratado com aceclofenaco, versus 73,6% no

    grupo do diclofenaco (p<0,001).

    A eficácia analgésica e anti-inflamatória do aceclofenaco demonstrou ser similar à do cetoprofeno (50 mg três vezes ao dia), à

    indometacina (50 mg duas vezes ao dia), tenoxicam (20 mg uma vez ao dia) e ao diclofenaco (50 mg três vezes ao dia) em

    pacientes, com artrite reumatoide. No geral, o aceclofenaco por 3 (três) a 6 (seis) meses reduziu significativamente a inflamação,

    intensidade da dor e a rigidez articular matinal. Nestes estudos, os escores de eficácia variaram de “boa” a “muito boa” para 62,1 a

    76,3% dos pacientes

    3, 4

    .

    Na espondilite anquilosante, o aceclofenaco apresentou eficácia semelhante ao tenoxicam (20 mg uma vez ao dia) num estudo

    multicêntrico, com a duração de 3 (três) meses envolvendo 235 (duzentos e trinta e cinco) pacientes com doença ativa. Avaliações

    finais de intensidade de dor e enrijecimento articular matinal resultaram em escores avaliados como “boa melhora” para 40 a 70%

    dos pacientes tratados com aceclofenaco ou tenoxicam. Resultados semelhantes foram observados quando o aceclofenaco foi

    comparado ao naproxeno (500 mg duas vezes ao dia) ou à indometacina (25 mg duas vezes ao dia e 50 mg à noite)

    5

    A capacidade analgésica do aceclofenaco também foi avaliada em estudos controlados em pacientes com dores de dente moderada e

    severa. O alívio da dor já se mostrava evidente 1 (uma) hora após a administração de uma dose 100 ou 150 mg.

    Um estudo controlado randomizado (N=227) também comparou o aceclofenaco 100 mg duas vezes ao dia com o diclofenaco

    resinato 75 mg duas vezes ao dia, no tratamento da dor lombar aguda durante 10 dias de tratamento; a eficácia na redução da dor de

    acordo com uma escala visual analógica de dor foi semelhante, porém a tolerabilidade do aceclofenaco foi melhor, com menos

    efeitos adversos e maior tolerabilidade global de acordo com avaliação de médicos e pacientes.

    O aceclofenaco, 100 mg duas vezes ao dia, também foi estudado em pacientes com traumatismos músculo-esqueléticos, num estudo

    não comparativo envolvendo 15.033 pacientes, avaliados após 48 horas do trauma e 10 dias após. A proporção de pacientes livre das

    dores, ao repouso e ao movimento, aumentou de 15 para 87% e de 3 para 54% respectivamente, durante este tempo

    7

    3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

    Farmacodinâmica

    O aceclofenaco é um fármaco anti-inflamatório não-esteroidal (AINE) do tipo ácido fenilacético que é estruturalmente relacionado

    ao diclofenaco.

    O aceclofenaco possui efeitos analgésico, anti-inflamatório e antipirético potentes. Seu mecanismo de ação está baseado, em grande

    parte, em sua ação inibitória da enzima cicloxigenase (COX), que está envolvida na produção de prostaglandinas (PG), os principais

    agentes dos processos inflamatórios. Estudos in vivo mostraram seletividade de inibição da COX-2. Estudos in vitro mostraram que

    o aceclofenaco inibe a ação da PG E2, Interleucina (IL) 1 beta, IL-6 e fator de necrose tumoral (TNF).

    Farmacocinética

    O aceclofenaco é absorvido rapidamente como fármaco inalterado quando administrado por via oral e seu efeito analgésico pode se

    iniciar 30 (trinta) minutos após a ingestão de um comprimido.

    Atinge-se a concentração plasmática máxima após 1 a 3 horas . Uma dose de 100 mg é 100% biodisponível. A C

    máx

    , T

    e a AUC

    aumentam de modo proporcional à dose (50-150 mg). A meia-vida média de eliminação plasmática é de aproximadamente 4 horas e

    a substância original e seus metabólitos são eliminados por via renal e, em menor grau, pelas fezes. O aceclofenaco é metabolizado a

    vários compostos. A droga radiomarcada eliminada pela urina está basicamente associada com glicuronídeos do aceclofenaco,

    diclofenaco, hidroxi-aceclofenaco e hidroxi-diclofenaco. O metabólito mais importante é o H-aceclofenaco(4-hidroxiaceclofenaco);

    o diclofenaco representa menos de 1% da atividade e de 4-7% do fármaco recuperado na urina. Estes metabólitos são excretados

    pelos rins em suas formas conjugadas.

    O aceclofenaco foi detectado no fluido sinovial, após 1(uma) hora da administração, em níveis correspondentes a 57% dos níveis

    detectados no plasma.

    Não foi observado nenhum acúmulo de aceclofenaco no homem quando administrado em doses repetidas. A ligação às proteínas

    plasmáticas é de aproximadamente 99%.

    Somente a velocidade de absorção do aceclofenaco, e não a sua extensão, foi afetada pela presença de alimentos no trato

    gastrintestinal ao ser administrado em voluntários sadios em jejum e alimentados.

    4. CONTRAINDICAÇÕES

    Aceclo-gran é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade ao aceclofenaco e/ou a qualquer componente da formulação. O

    aceclofenaco não deve ser administrado a pacientes hipersensíveis ao diclofenaco. Relata-se a ocorrência de reações anafiláticas

    graves, e algumas vezes fatais, em pacientes em tratamento com anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs).

    Como com qualquer outro AINE, o aceclofenaco é contraindicado para aqueles que sofrem de broncoespasmo, urticária ou rinite

    aguda, devido ao ácido acetilsalicílico ou a outros AINEs, já que existe o risco de reações alérgicas graves.

    Aceclofenaco comprimido revestido não deve ser usado em pacientes com úlcera péptica em fase ativa ou sangramento

    gastrintestinal. Também está contraindicado em pacientes, com insuficiência renal grave.

    A segurança do aceclofenaco em gestantes não foi testada. Contudo, evidências demonstraram que o uso de AINEs na gravidez

    pode se associar a risco fetal humano. Assim, este produto está contraindicado na gravidez, exceto quando, a critério médico, os

    seus benefícios superem os riscos (categoria D de risco na gravidez).

    Este produto é contraindicado durante a lactação.

    Este medicamento é contraindicado para menores de 12 (doze) anos.

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente a seu

    médico em caso de gravidez.

    5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

    Deve-se ter cuidado ao administrar o aceclofenaco a pacientes com alterações das funções hepática, cardíaca ou renal, assim como a

    pacientes convalescentes de cirurgias.

    Como prevenção, deve-se fazer um seguimento nos pacientes em tratamento prolongado com anti-inflamatórios não hormonais (ex:

    hemograma, provas de função hepática e renal).

    Efeitos gastrintestinais

    Como com outros AINEs, o aceclofenaco pode produzir irritação gastrintestinal, i.e., gastrite, duodenite ou úlcera péptica. Portanto,

    recomenda-se que aceclofenaco seja rigorosamente monitorado em pacientes que apresentam história sugestiva de patologias

    gastrintestinais de natureza irritativa, incluindo colites ulcerativas e doença de Crohn. Os AINEs podem provocar hemorragia

    gastrintestinal que resulta em hospitalização ou mesmo morte, algumas vezes sem sintomas prévios. Sendo assim, os pacientes

    devem ser mantidos com a dose mínima compatível com uma resposta terapêutica satisfatória.

    Sangramentos gastrintestinais ou perfurações ulcerativas, hematêmese e melena podem ser mais graves em pacientes geriátricos.

    Eles podem ocorrer sem sintomas prévios e, portanto, nos raros casos em que ulcerações e sangramentos ocorrerem, o aceclofenaco

    deve ser descontinuado.

    Retenção de fluido e edema

    Retenção de fluido e edema foram relatados em alguns pacientes em tratamento com aceclofenaco e outros AINEs. Desta forma,

    aceclofenaco deve ser usado com cuidado em pacientes com história de insuficiência cardíaca, hipertensão grave ou outras

    condições de predisposição à retenção de fluido.

    Efeitos renais

    Pacientes com acometimento cardíaco e renal moderados e idosos devem ser monitorados, uma vez que os AINEs podem levar à

    deterioração renal. Doses mínimas efetivas devem ser utilizadas e avaliações da função renal devem ser feitas com frequência.

    A importância das prostaglandinas na manutenção do fluxo sanguíneo renal deve ser considerada em pacientes cardiopatas e com

    alterações da função renal, especialmente aqueles que fazem uso de diuréticos ou com grandes cirurgias prévias. Efeitos na função

    renal são reversíveis após a retirada do aceclofenaco.

    Efeitos hepáticos

    Se ocorrerem testes anormais da função hepática de maneira persistente ou piora destes parâmetros ao longo do tratamento ou se

    surgirem sinais clínicos ou sintomas de doença hepática (eosinofilia, rash), o aceclofenaco deve ser descontinuado. Hepatite pode

    ocorrer sem sintomas prodrômicos. O uso do aceclofenaco em pacientes com porfirias hepáticas pode desencadear um surto.

    Hematológicos

    Aceclofenaco pode causar inibição reversível da agregação plaquetária (ver item interações medicamentosas com anticoagulantes).

    Reações de hipersensibilidade

    Assim como com outrosAINEs, reações alérgicas, incluindo anafilaxia/reações anafilactoides, podem ocorrer sem exposição prévia

    ao medicamento.

    Gravidez e lactação

    A segurança do aceclofenaco em gestantes não foi testada. Contudo, evidências demonstraram que o uso de AINEs na gravidez

    pode se associar a risco fetal humano. Outros agentes inibidores de prostaglandinas são conhecidos por causar a obstrução

    prematura do ductus arteriosus no sistema cardiovascular fetal humano levando a uma possível hipertensão pulmonar persistente no

    recém-nascido. Assim, este produto está contraindicado na gravidez, exceto quando, a critério médico, os seus benefícios superem

    os riscos (categoria D de risco na gravidez).

    O uso de AINEs durante o terceiro trimestre de gravidez pode diminuir o tônus e a contração uterina.

    Não há informações sobre a eliminação do aceclofenaco pelo leite humano. Porém, o seu uso durante a lactação está contraindicado,

    a menos que, critério médico, os seus benefícios superem os riscos para o feto.

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente a seu

    médico em caso de gravidez.

    Uso pediátrico

    A segurança e a eficácia do aceclofenaco em crianças menores de 12 (doze) anos de idade não foram estabelecidas.

    Uso em idosos

    Como com qualquer outro AINE, o tratamento de pacientes geriátricos deve ser conduzido com cautela.

    Carcinogênese, mutagênese, teratogênese e fertilidade

    Não há relatos de carcinogênese ou mutagênese nos estudos pré-clínicos em camundongos e ratos. Em um estudo com coelhos, o

    tratamento com aceclofenaco (10 mg/kg/dia) resultou em uma série de alterações morfológicas em alguns fetos de coelho.

    Estas alterações envolveram principalmente formação das costelas e o retardamento das erupções dentárias. Também ocorrem

    malformações vertebrais e dos membros. Não há evidências de teratogênese em ratos. Estudos epidemiológicos humanos não

    sugerem que AINEs tenham um efeito embriotóxico em humanos. O aceclofenaco não demonstrou efeito sobre a fertilidade em

    camundongos ou ratos.

    Efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas

    Pacientes portadores de tonturas, vertigens ou outras alterações do sistema nervoso central, devem abster-se de dirigir veículos e

    6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

    Os AINEs aumentam a atividade do lítio e da digoxina pela redução do clearance plasmático. Esta propriedade pode ser de

    importância clínica em pacientes com função cardíaca comprometida ou hipertensão.

    O controle da pressão sanguínea de pacientes sob tratamento com betabloqueadores, inibidores da ECA e diuréticos deve ser

    cuidadosamente monitorado em caso de administração concomitante de AINEs. Pacientes em tratamento com este tipo de

    substância e concomitante tratamento com diuréticos poupadores de potássio podem apresentar aumento dos níveis séricos de

    potássio.

    A administração de AINEs com anticoagulantes exige monitoração cuidadosa e provável ajuste de dosagem do agente

    anticoagulante , que pode ser deslocado da ligação com as proteínas plasmáticas.

    A administração de AINEs com ácido acetilsalicílico não é recomendada pois a terapia concomitante pode aumentar a frequência

    dos efeitos colaterais, possivelmente devido à diminuição dos sítios de ligação para os AINEs.

    Estudos clínicos demonstram que o diclofenaco, fármaco estruturalmente semelhante ao aceclofenaco, pode ser administrado

    concomitantemente com agentes antidiabéticos orais sem que haja interferência no efeito clínico. Entretanto, existem relatos

    isolados de hiperglicemia e hipoglicemia em pacientes tomando aceclofenaco. Sendo assim, deve-se levar em conta a possível

    necessidade de ajuste de dosagem de agentes hipoglicêmicos.

    Deve-se ter cautela quando AINEs e o metotrexato forem administrados em um período menor que 24 (vinte e quatro) horas entre

    um fármaco e a outro, já que os anti-inflamatórios podem reduzir a excreção renal dos níveis de metotrexato, resultando em

    toxicidade aumentada. Os AINEs podem também aumentar o potencial de toxicidade da ciclosporina.

    Convulsões podem ocorrer devido à interação das quinolonas e AINEs. Estas podem acontecer em pacientes sem história prévia de

    epilepsia ou convulsões.

    7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

    Manter à temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger da luz e manter em lugar seco.

    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do produto:

    Comprimido revestido na cor branca, circular e biconvexo.

    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no

    aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    8. POSOLOGIA E MODO DE USAR

    Cada comprimido possui 100 mg de aceclofenaco.

    A dose usual é de 100 mg a cada 12 (doze) horas. O regime posológico deve ser individualizado, de acordo com a indicação e outras

    variáveis clínicas.

    Pacientes idosos

    Dados farmacocinéticos limitados, assim como a experiência clínica, sugerem que a dose para idosos deva ser a mesma que a usual

    para adultos. Entretanto, como com qualquer outro AINE, o tratamento requer cuidados, já que os pacientes idosos, em geral, são

    mais susceptíveis às reações adversas destas substâncias.

    Insuficiência renal

    Não há evidências de que a dose de aceclofenaco deva ser modificada em pacientes com insuficiência renal leve (vide

    “ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES - EFEITOS RENAIS”). NãO Há DADOS SUFICIENTES QUE SUPORTEM O USO DE ACECLOFENACO EM

    pacientes com insuficiência renal grave.

    Insuficiência hepática

    Pacientes com insuficiência hepática leve devem receber uma dose inicial única diária de 100 mg. A segurança do uso de AINEs em

    pacientes com insuficiência hepática de intensidade leve a moderada não foi estudada.

    Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    9. REAÇÕES ADVERSAS

    A maioria dos efeitos adversos observados é reversível, e de intensidade leve, incluindo os gastrintestinais e tonturas ocasionais.

    As seguintes reações adversas foram relatadas durante os estudos clínicos anteriores à comercialização, compreendendo cerca de

    3.000 indivíduos:

    Reações comuns (1-10%)

    Gastrintestinais: dispepsia; dor abdominal; náusea e diarreia.

    Sistema nervoso central e periférico: tonturas.

    Alterações de exames laboratoriais: elevação de enzimas hepáticas.

    Reações incomuns (0,1-1,0%)

    Gastrintestinais: flatulência; irritação gastrintestinal, incluindo gastrites e úlceras pépticas; obstipação; vômitos; estomatite ulcerosa.

    Sistema nervoso central e periférico: vertigem.

    Dermatológicas: prurido; erupção cutânea; dermatite.

    Alterações de exames laboratoriais: aumento da creatinina sérica; aumento de ureia sérica.

    Reações raras (0,01-0,1%)

    Cardiovasculares: edema.

    Respiratórias: dispneia.

    Hematológicas: anemia.

    Orgânicos gerais: edema facial.

    Sentidos: anomalias visuais.

    Reações muito raras (<0,01%)

    Gastrintestinais: pancreatite aguda; melena; outras estomatites; hepatite aguda; icterícia

    Sistema nervoso central e periférico: parestesia; tremores.

    Psiquiátrico: depressão; alterações do sono (sonhos vívidos); sonolência; insônia.

    Dermatológicas: eczema; rubor; púrpura.

    Cardiovasculares: palpitações.

    Músculo-esqueléticos: cãibras nas pernas.

    Respiratórias: broncoespasmo; estridor.

    Hematológicas: anemia hemolítica; granulocitopenia; trombocitopenia.

    Renais: síndrome nefrótica.

    Orgânicos gerais: cefaleia; fadiga; edema facial; acessos de calor; reações alérgicas; ganho de peso; choque anafilático.

    Sentidos: disgeusia (alterações do paladar).

    Alterações dos testes laboratoriais: elevação da fosfatase alcalina; hipercalemia.

    10. SUPERDOSE

    Casos de superdosagem clinicamente significativos devem ser tratados sintomaticamente, com relação à irritação e hemorragia

    gastrintestinais, hipotensão, insuficiência renal, depressão respiratória e convulsões. A absorção pode ser minimizada por lavagem

    gástrica e tratamento com carvão ativado. A diurese forçada, diálise ou hemoperfusão não são, provavelmente, eficazes na

    eliminação dos AINEs, devido à alta taxa de ligação proteica e ao metabolismo extensivo.

    Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Cuidado! Todas as informações contidas neste site têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.