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    Para que Angil e indicado?

    Angil é um medicamento Similar, seu princípio ativo é dinitrato de isossorbida , é fabricado por Sanval , sua indicação de uso é Tratamento Cardiovascular e é necessário apresentar receita no momento da compra.

    Medicamentos genéricos com o mesmo princípio ativo de Angil

    Dinitrato Isossorbida

    Dinitrato Isossorbida é um medicamento Genérico seu princípio ativo é dinitrato de isossorbida

    Medicamentos referência com o mesmo princípio ativo de Angil

    Isordil Oral

    Isordil Oral é um medicamento Referência seu princípio ativo é dinitrato de isossorbida

    a partir de R$ 7,59

    Isordil Sl

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    a partir de R$ 7,59

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    Isordil Ap

    Isordil Ap é um medicamento Similar seu princípio ativo é dinitrato de isossorbida

    a partir de R$ 7,59

    Isocord

    Isocord é um medicamento Similar seu princípio ativo é dinitrato de isossorbida

    INDICAÇÕES

    Angina Pectoris:

    Angil oral comprimidos: Na profilaxia da dor isquêmica cardíaca associada à insuficiência coronariana.

    Dinitrato de isossorbida pode reduzir a frequencia, duração e intensidade das crises de angina. A tolerância ao

    exercício pode ser restabelecida e a necessidade de nitroglicerina pode ser reduzida. Os comprimidos orais

    não são indicados para o tratamento da crise.

    Angil sublingual comprimidos: No tratamento de angina pectoris e na profilaxia em situações que podem

    desencadear uma crise de angina como, por exemplo, estresse físico ou emocional.

    Insuficiência Cardíaca Congestiva:

    Na insuficiência cardíaca congestiva aguda e crônica, ambas as formas, oral e sublingual, podem ser usadas.

    Insuficiência cardíaca congestiva aguda e crônica (incluindo aquela associada ao infarto do miocárdio). De

    acordo com a conduta atual dinitrato de isossorbida deve ser considerado somente como auxiliar aos métodos

    convencionais de tratamento (glicosídeos cardíacos, inibidores da enzima conversora de angiotensina e

    diuréticos); porém, em casos refratários, pode ser usado isoladamente ou simultaneamente com outros

    vasodilatadores. Dinitrato de isossorbida é particularmente eficaz em pacientes com pressão diastólica final do

    ventrículo esquerdo aumentada (PDFVE) e débito cardíaco normal ou aproximadamente normal, nos quais a

    congestão pulmonar ou edema é o problema principal.

    Dinitrato de isossorbida é especialmente recomendado quando a doença arterial coronariana é causa da

    insuficiência cardíaca congestiva, sendo neste caso, seu efeito antianginoso de grande importância.

    CONTRA-INDICAÇÕES

    Hipersensibilidade ao dinitrato de isossorbida ou compostos a ele relacionados e também a qualquer outro

    componente da fórmula.

    POSOLOGIA E MODO DE USAR

    A dose inicial não deve ser maior que 5 mg, uma vez que ocasionalmente ocorre uma resposta hipotensora

    intensa.

    Angina Pectoris:

    Terapia de ataque:

    Comprimidos sublinguais - os comprimidos sublinguais de Angil devem ser colocados e mantidos sob a

    língua até completa dissolução (aproximadamente 20 segundos), na dose de 5 a 10 mg a cada 2 ou 3 horas.

    Profilaxia das crises (angina estável crônica)

    Comprimidos sublinguais – podem ser utilizados na dose de 5 a 10 mg antes de situações estressantes,

    passíveis de provocar uma crise de angina;

    Comprimidos orais - os comprimidos orais de Angil devem ser ingeridos, sem mastigar, com ajuda de um

    pouco de líquido, na dose de 5 a 30 mg, via oral, quatro vezes ao dia, a cada 6 horas, preferivelmente com o

    estômago vazio.

    Insuficiência Cardíaca Congestiva:

    Na insuficiência cardíaca congestiva aguda e crônica, ambas as formas, oral e sublingual, podem ser usadas. A

    escolha da forma sublingual ou oral deve ser feita baseada principalmente na duração da ação e não na

    intensidade da resposta, uma vez que esta é a maior diferença observada nestas formas de apresentação. A fim

    de obter máximo efeito terapêutico, é importante que as doses, sublingual e oral, sejam individualizadas de

    acordo com as necessidades de cada paciente, resposta clínica e alterações hemodinâmicas.

    Deve-se iniciar o tratamento com dinitrato de isossorbida com a menor dose eficaz. A dose deve ser ajustada

    quando necessário, baseando-se no desempenho do ventrículo esquerdo. A dose inicial depende da avaliação

    da intensidade da insuficiência cardíaca. No tratamento da insuficiência cardíaca congestiva aguda, dinitrato

    de isossorbida sublingual é preferido por sua ação imediata e deve-se administrá-lo primeiramente para

    estabilizar os sintomas do paciente, ou determinar a extensão da resposta hemodinâmica; seguindo-se

    posteriormente o tratamento de manutenção com dinitrato de isossorbida oral.

    As doses médias recomendadas para a Insuficiência Cardíaca Congestiva Aguda e Crônica são as seguintes:

    Insuficiência Cardíaca Congestiva Aguda:

    Comprimidos sublinguais: 5 a 10 mg, a cada 2 horas, ou segundo critério médico;

    Comprimidos orais: 10 a 40 mg, quatro vezes ao dia, a cada 6 horas, ou segundo critério médico.

    Insuficiência Cardíaca Congestiva Crônica:

    Dose inicial recomendada em comprimidos sublinguais: 5 a 10 mg, a cada 2 horas, ou segundo critério

    médico;

    Manutenção da dose com comprimidos orais: 20 a 40 mg, quatro vezes ao dia, a cada 6 horas, ou segundo

    critério médico.

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    Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    REAÇÕES ADVERSAS

    É comum ocorrer cefaléia vascular, que pode tornar-se intensa e persistente. A cefaléia é geralmente aliviada

    pelo uso de analgésicos adequados, ou pela redução temporária da dose do medicamento, e tende a

    desaparecer após as primeiras duas semanas de uso do medicamento.

    Pode ocorrer vasodilatação cutânea com eritema.

    Episódios passageiros de vertigem e fraqueza, além de outros sinais de isquemia cerebral, associados à

    hipotensão postural, podem ocorrer ocasionalmente. Alguns indivíduos podem apresentar sensibilidade

    acentuada aos efeitos hipotensores dos nitratos, mesmo com a dose terapêutica usual. Reações intensas como

    náusea, vômito, fraqueza, insônia, palidez, sudorese e choque podem ocorrer.

    Em tais pessoas, o álcool pode intensificar estes efeitos. Medidas que facilitem o retorno venoso (por

    exemplo, cabeça baixa ou posição de Trendelenburg, respiração profunda, movimento das extremidades)

    geralmente revertem estes sintomas. Pode ocorrer ocasionalmente erupção cutânea e/ou dermatite esfoliativa.

    As reações adversas podem ser observadas nas seguintes frequências:

    Reações muito comuns (>1/10): vermelhidão na pele, cefaléias, enjôos, nervosismo, hipotensão ortostática,

    taquiarritmia e vômito.

    Reações incomuns (> 1/1.000 e <1/100): síncopes, aumento de angina e hipertensão.

    Reação muito rara (< 1/10.000): metemoglobinemia.

    Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária –

    NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância

    Sanitária Estadual ou Municipal.

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