Bula do Avodart produzido pelo laboratorio Glaxosmithkline Brasil Ltda
para o Profissional com todas as informações sobre este medicamento
Avodart
GlaxoSmithKline Brasil Ltda.
Cápsulas
0,5mg
Modelo de Texto de bula – Profissionais de Saúde
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LEIA ATENTAMENTE ESTA BULA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO.
I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Avodart
dutasterida
APRESENTAÇÃO
Avodart®
é apresentado na forma de cápsulas gelatinosas moles. As embalagens contêm 10, 30 ou 90 cápsulas.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada cápsula contém:
dutasterida ........................................ 0,5 mg
excipientes* ......................................1 cápsula
* Excipientes: monodiglicerídeos de ácido caprílico/cáprico (MDC), butilidroxitolueno, cápsula de gelatina (gelatina, glicerol, dióxido de
titânio, óxido de ferro amarelo, triglicerídeos de cadeia média e lecitina).
II) INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Avodart®
trata e previne a progressão da hiperplasia prostática benigna (HPB), promove o alívio dos sintomas e diminui o tamanho (volume)
da próstata, além de melhorar o fluxo urinário e reduzir o risco de retenção urinária aguda (RUA) e a necessidade de cirurgia relacionada à
HPB.
em combinação com tansulosina, um alfa-bloqueador, trata e previne a progressão da HPB, diminui o tamanho da próstata e alivia
os sintomas, além de melhorar o fluxo urinário e reduzir o risco de retenção urinária aguda (RUA) e a necessidade de cirurgia relacionada à
HPB (ver o item Resultados de Eficácia).
Avodart®
como monoterapia para HPB
Avaliou-se a administração de dutasterida 0,5 mg/dia ou de placebo em 4.325 indivíduos do sexo masculino que apresentavam aumento de
próstata (mais de 30 cm3
) em três estudos de eficácia primária, duplo-cegos, multicêntricos, controlados com placebo, com duração de 2 anos.
Nos homens com HPB, Avodart®
trata e previne a progressão da doença, reduz o risco de RUA e a necessidade de intervenção cirúrgica,
além de proporcionar melhora estatisticamente significativa dos sintomas do trato urinário inferior (STUI), da taxa de fluxo urinário máximo
(Qmáx) e do volume da próstata, em comparação a placebo. Essa melhora de STUI, Qmáx e volume da próstata ocorreu ao longo de 24 meses.
Nos estudos de extensão abertos, os STUI e a Qmáx continuaram a melhorar por mais 2 anos e se manteve a redução do volume da próstata
durante esse mesmo período.
Tratamento do HPB com Avodart®
e tansulosina em combinação
O uso de Avodart®
0,5 mg/dia, tansulosina 0,4 mg/dia ou a combinação de Avodart®
0,5 mg com tansulosina 0,4 mg foi avaliados em 4.844
indivíduos do sexo masculino que apresentavam aumento de próstata (≥30 cc) em um estudo multicêntrico, duplo-cego, de grupos paralelos,
durante 2 anos. O desfecho primário de eficácia após 2 anos de tratamento foi o nível de melhora em relação à avaliação basal segundo a
Pontuação Internacional de Sintomas da Próstata (IPSS).
Após 2 anos de tratamento, a combinação mostrou melhora média ajustada estatisticamente significativa da pontuação dos sintomas, de -6,2
unidades, em relação à avaliação basal. As melhoras médias ajustadas da pontuação dos sintomas com os tratamentos individuais foram de -
4,9 unidades com Avodart®
e de -4,3 unidades com tansulosina. A melhora média ajustada da taxa de fluxo em relação à avaliação basal foi
de 2,4 mL/seg com a combinação, de 1,9 mL/seg com Avodart®
e de 0,9 mL/seg com tansulosina. A melhora média ajustada do índice de
impacto da HPB (BII) em relação à avaliação basal foi de -2,1 unidades com a combinação, de -1,7 unidade com Avodart®
e de -1,5 unidade
com tansulosina.
A redução do volume total da próstata e do volume da zona de transição após 2 anos de tratamento foi estatisticamente significativa com a
combinação em comparação à monoterapia com tansulosina.
O desfecho de eficácia primária aos 4 anos de tratamento foi o tempo até o primeiro evento relacionado com RUA ou a cirurgia associada à
HPB. Depois de 4 anos de tratamento, a terapia combinada reduziu de maneira estatisticamente significativa o risco de RUA ou de cirurgia
relacionada à HPB (redução de risco: 65,8%; p<0,001; IC de 95%: 54,7%-74,1%) em comparação à monoterapia com tansulosina. A
incidência de RUA ou de cirurgia relacionada à HPB no ano 4 foi de 4,2% com a terapia combinada e de 11,9% com tansulosina (p<0,001).
Em comparação à monoterapia com Avodart®
, o tratamento combinado reduziu o risco de RUA ou de cirurgia relacionada à HPB em 19,6%.
A diferença entre os grupos de tratamento não foi significativa (p=0,18; IC de 95%: -10,9% a 41,7%). A incidência de RUA ou de cirurgia
relacionada à HPB no ano 4 foi de 4,2% com a terapia combinada e de 5,2% com Avodart®
.
Definiu-se a progressão clínica como um composto de agravamento dos sintomas (IPSS) e de eventos de RUA relacionados com HPB,
incontinência, infecção do trato urinário (ITU) e insuficiência renal. A terapia combinada foi associada à significância estatística da redução
da taxa de progressão clínica em comparação com a tansulosina (redução de risco: 44,1%; p<0,001; IC de 95%: 33,6%-53,0%) após 4 anos.
As taxas de progressão clínica com a terapia combinada, a tansulosina e Avodart®
foram, respectivamente, de 12,6%, 21,5% e de 17,8%.
A melhora média ajustada estatisticamente significativa na pontuação dos sintomas, da IPSS com relação ao início do estudo se manteve do
ano 2 ao ano 4. Aos 4 anos, as melhoras médias corrigidas das pontuações de sintomas observados foram de -6,3 unidades com a terapia
combinada, de -5,3 unidades com Avodart®
e de -3,8 unidades com tansulosina.
Depois de 4 anos de tratamento, a melhora média corrigida da taxa de fluxo urinário máximo (Qmáx) em relação ao início do estudo foi de 2,4
mL/seg com a terapia combinada, de 2,0 mL/seg com Avodart®
e de 0,7 mL/seg com tansulosina. Em comparação com a tansulosina, a
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melhora média corrigida da Qmáx em relação ao início do estudo foi maior, de modo estatisticamente significativo, com a terapia combinada,
em cada avaliação semestral, do mês 6 ao 48 (p<0,001). Em comparação ao observado com Avodart®
, a melhora média corrigida da Qmáx
obtida com a terapia combinada, em relação ao início do estudo, não foi diferente em termos de significância estatística (p=0,050 no mês 48).
A terapia combinada foi significativamente superior (p<0,001) à monoterapia com tansulosina ou com Avodart®
no tocante à melhora dos
parâmetros BII de desfechos de saúde e estado de saúde relacionado com a HPB (BHS) aos 4 anos. A melhora média corrigida de BII em
relação ao início do estudo foi de -2,2 unidades com a combinação, -1,8 unidade com Avodart®
e de -1,2 unidade com tansulosina. A
melhora média corrigida de BHS em relação ao início do estudo foi de -1,5 unidade com a combinação, de -1,3 unidade com Avodart®
e de -
1,1 unidade com tansulosina.
A redução do volume total da próstata e do volume da zona de transição depois de 4 anos de tratamento foi estatisticamente significativa com
a terapia combinada em comparação à monoterapia com tansulosina.
Falência cardíaca
Em comparação de quatro anos (estudo CombAT) entre Avodart®
em coadministração com tansulosina e dutasterida e monoterapia com
tansulosina em homens com HPB (hiperplasia prostática benigna), a incidência do termo composto falência cardíaca no grupo que recebeu a
combinação (14/1.610 [0,9%]) foi mais alta do que nos dois grupos de monoterapia: Avodart®
(4/1.623 [0,2%]) e tansulosina (10/1.611
[0,6%]). O risco relativo estimado do tempo até o primeiro evento de falência cardíaca foi de 3,57 (IC de 95%: 1,17-10,8) com o tratamento
combinado em comparação com Avodart®
em monoterapia e de 1,36 [IC de 95%: 0,61-3,07] em comparação com tansulosina em
monoterapia. Não se estabeleceu relação causal entre o uso de Avodart®
(em monoterapia ou em combinação com um alfa-bloqueador) e a
falência cardíaca (ver o item Advertências e Precauções).
Em comparação de quatro anos (estudo REDUCE) entre placebo e Avodart®
em 8.231 homens com idade entre 50 e 75 anos com biópsia
prévia negativa de câncer de próstata e PSA basal entre 2,5 ng/mL e 10,0 ng/mL, houve maior incidência do termo composto falência
cardíaca nos indivíduos que usavam Avodart®
(30/4.105, 0,7%) com relação a placebo (16/4.126, 0,4%) na estimativa de risco relativo de
tempo de 1,91 [IC de 95%: 1,04-3,50] até a primeira falência cardíaca. Em uma análise post hoc de uso de alfa-bloqueador concomitante,
houve maior incidência do termo composto falência cardíaca em indivíduos que usavam Avodart®
e um alfa-bloqueador concomitante
(12/1.152, 1,0%) em comparação com os indivíduos que não usaram Avodart®
e alfa-bloqueador simultâneo: Avodart®
sem alfa-bloqueador
(18/2.953, 0,6%), placebo e um alfa-bloqueador (1/1.399, <0,1%), placebo sem alfa-bloqueador (15/2.727, 0,6%). Não se estabeleceu relação
causal entre o uso de Avodart®
(isolado ou em combinação com um alfa-bloqueador) e a incidência do termo composto falência cardíaca (ver
o item Advertências e Precauções).
Câncer de próstata e tumores de alto grau
Em comparação de quatro anos entre placebo e Avodart®
em 8.231 homens com idade entre 50 e 75 anos, com biópsia anterior negativa de
câncer de próstata e PSA basal entre 2,5 ng/mL e 10,0 ng/mL (estudo REDUCE), 6.704 participantes tiveram dados de biópsia de próstata por
agulha disponíveis para análise para determinação dos escores Gleason. Havia 1.517 indivíduos diagnosticados com câncer de próstata no
estudo. A maioria dos cânceres de próstata detectáveis por biópsia em ambos os grupos de tratamento foi diagnosticada como de grau baixo
(Gleason 5-6). Não houve diferença na incidência de cânceres com escore Gleason 7-10 (p=0,81).
Houve uma maior incidência de cânceres com escores Gleason 8-10 no grupo de Avodart®
(n=29; 0,9%), em comparação com o grupo de
placebo (n=19; 0,6%) (p=0,15). No 1º e 2º anos, o número de pacientes com cânceres com escores Gleason 8-10 foi similar nos grupos de
(n=17; 0,5%) e de placebo (n18; 0,5%). No 3º e 4º anos, um número maior de casos de câncer com escores Gleason 8-10 foi
diagnosticado no grupo de Avodart®
(n12; 0,5%), em comparação com o grupo de placebo (n=1; < 0,1%) (p=0,0035). Não existem dados
suficientes sobre o efeito de Avodart®
, além de quatro anos, em homens sob risco de câncer de próstata. A porcentagem de pacientes
diagnosticados com câncer com escores Gleason 8-10 foi uniforme entre os períodos de tempo do estudo (1º-2º anos e 3º-4º anos) no grupo
de Avodart®
(0,5% em cada período de tempo), enquanto que no grupo de placebo a porcentagem de pacientes diagnosticados com câncer
com escores Gleason 8-10 foi mais baixa durante os anos 3-4 do que nos anos 1-2 (< 0,1% vs. 0,5%, respectivamente). Em um estudo com
duração de 4 anos em HPB (CombAT), no qual não havia biópsias exigidas pelo protocolo e todos os diagnósticos de câncer de próstata
basearam-se em biópsias solicitadas alguma causa, as taxas de câncer com escores de Gleason 8-10 foram (n = 8, 0,5%) para Avodart®,
(n =
11, 0,7%) e para a tansulosina (n = 5, 0,3%) para a terapia de combinação (ver o item Advertências e Precauções).
Efeitos sobre o antígeno prostático específico (PSA) e detecção do câncer de próstata
Em comparação de quatro anos entre placebo e dutasterida em 8.231 homens com idade entre 50 e 75 anos com biópsia anterior negativa de
câncer de próstata e PSA basal entre 2,5 ng/mL e 10,0 ng/mL (estudo REDUCE), o tratamento com Avodart®
ocasionou redução média do
PSA sérico de aproximadamente 50%, depois de seis meses de tratamento, com grande variabilidade (desvio padrão de 30%) entre os
pacientes, o tratamento com Avodart®
causou uma redução no nível sérico médio de PSA de aproximadamente 50% depois de 6 meses de
tratamento, com uma grande variabilidade (desvio padrão de 30%) entre os pacientes. A supressão de PSA observada após seis meses foi
similar em homens que desenvolveram ou não câncer de próstata detectável por biópsia durante o estudo (ver o item Advertências e
Precauções).
Incidência de câncer de mama
Em um estudo clínico com 3.374 pacientes tratados com Avodart®
em monoterapia para HPB, houve 2 casos de câncer de mama relatados,
um depois de 10 semanas e um depois de 11 meses de tratamento, além de 1 caso em um paciente que recebeu placebo. Em um estudo clínico
subsequente onde foi investigado a redução do risco de câncer de próstata em 8.231 homens com idades entre 50 a 75, com uma biópsia
prévia negativa para câncer de próstata e PSA inicial entre 2,5 ng / mL e 10,0 ng / mL, com 17.489 pacientes-ano, tratados com Avodart®
e
5.027 pacientes-ano de tratados com a associação de Avodart®
e tansulosina, não houve casos adicionais de câncer de mama em nenhum dos
grupos de tratamento. A relação entre o uso prolongado de dutasterida e câncer de mama masculino é desconhecida.
Propriedades farmacodinâmicas
A dutasterida é um inibidor duplo da 5α-redutase. Inibe as duas isoenzimas da 5α-redutase, tipo 1 e tipo 2, responsáveis pela conversão de
testosterona em 5α-di-hidrotestosterona (DHT), o principal androgênio responsável pela hiperplasia do tecido prostático glandular.
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Efeitos sobre a DHT/testosterona
O efeito máximo de doses diárias de Avodart®
sobre a redução da DHT, dependente de dose, é observado em 1 ou 2 semanas. Após 1
semana de administração diária de Avodart®
0,5 mg, as concentrações séricas medianas de DHT apresentaram redução de 85% e após 2
semanas, de 90%.
Nos pacientes com HPB tratados diariamente com 0,5 mg de dutasterida, a redução mediana da DHT foi de 94% após 1 ano e de 93% após 2
anos. O aumento mediano dos níveis séricos de testosterona foi de 19% após 1 ou 2 anos. Essa é uma consequência esperada da inibição da
5α-redutase e não resultou em nenhum evento adverso conhecido.
Propriedades farmacocinéticas
- Absorção
A dutasterida é administrada por via oral, em solução, na forma de cápsulas gelatinosas moles. Após a administração de uma dose única de
0,5 mg, as concentrações séricas máximas da dutasterida ocorrem entre 1 e 3 horas.
A biodisponibilidade absoluta da dutasterida no homem é de aproximadamente 60% para uma infusão intravenosa de 2 horas. Os alimentos
não afetam a biodisponibilidade desse medicamento.
- Distribuição
Dados farmacocinéticos relativos a doses orais únicas e repetidas mostram que a dutasterida tem grande volume de distribuição (300 a 500
litros). A dutasterida exibe alta ligação a proteínas plasmáticas (>99,5%).
Após a administração diária, as concentrações séricas da dutasterida atingem 65% da concentração do estado de equilíbrio em 1 mês e cerca
de 90% em 3 meses. É possível atingir concentrações séricas no estado de equilíbrio (Css) de aproximadamente 40 ng/mL após 6 meses de
administração diária de 0,5 mg. De maneira similar aos níveis séricos, as concentrações da dutasterida no sêmen atingiram o estado de
equilíbrio em 6 meses. Depois de 52 semanas de tratamento, as concentrações da dutasterida no sêmen foram em média de 3,4 ng/mL
(variação de 0,4 a 14 ng/mL). O particionamento da dutasterida do soro para o sêmen foi em média de 11,5%.
- Metabolismo
A dutasterida é metabolizada, in vitro, pelo citocromo P450 em dois metabólitos secundários monoidroxilados, mas não é metabolizada pelas
enzimas CYP1A2, CYP2A6, CYP2E1, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2B6 e CYP2D6 desse citocromo.
Detectaram-se no soro humano, após a administração e até o estado de equilíbrio, a dutasterida inalterada, três metabólitos principais (4’-
hidroxidutasterida, 1,2-di-hidrodutasterida e 6-hidroxidutasterida) e dois metabólitos secundários (6,4’-di-hidroxidutasterida e 15-
hidroxidutasterida), conforme avaliação baseada na resposta espectrométrica de massa. Os cinco metabólitos séricos humanos da dutasterida
foram detectados no soro de ratos. No entanto, não se conhece a estereoquímica das adições de hidroxila nas posições 6 e 15 dos metabólitos
de seres humanos e de ratos.
- Eliminação
A dutasterida é extensivamente metabolizada. Após administração oral (0,5 mg/dia) em seres humanos até o estado de equilíbrio, 1,0% a
15,4% (média de 5,4%) da dose ingerida. são eliminados como dutasterida nas fezes. O restante é eliminado nas fezes como quatro
metabólitos principais (cada um contém 39%, 21%, 7% e 7% do material relacionado à droga) e como seis metabólitos secundários (menos
de 5% cada um).
Apenas quantidades residuais de dutasterida inalterada (menos de 0,1% da dose) são detectadas na urina humana.
Em concentrações terapêuticas, a meia-vida terminal da dutasterida de 3 a 5 semanas.
As concentrações séricas permanecem detectáveis (mais de 0,1 ng/mL) pelo período de 4 a 6 meses após a descontinuação do tratamento.
Linearidade/não linearidade
Pode-se descrever a farmacocinética da dutasterida como um processo de absorção de primeira ordem e duas vias de eliminação paralelas,
uma saturável (dependente da concentração) e uma não saturável (independente da concentração).
Nas concentrações séricas baixas (menos de 3 ng/mL), a dutasterida é eliminada rapidamente por ambas as vias, a dependente e a
independente da concentração. Doses únicas de 5 mg (ou menos) mostraram evidências de rápido clearance e meia-vida curta, de 3 a 9 dias.
Nas concentrações séricas superiores a 3 ng/mL, a eliminação da dutasterida é lenta (0,35 a 0,58 L/h), ocorre principalmente de forma linear
não saturável e tem meia-vida terminal de 3 a 5 semanas. Nas concentrações terapêuticas, após administração repetida de 0,5 mg/dia, o
clearance mais lento predomina, e o clearance total é linear e independente da concentração.
- Idosos
A farmacocinética e a farmacodinâmica da dutasterida foram avaliadas em 36 indivíduos do sexo masculino, de 24 a 87 anos de idade, após a
administração de uma dose única de 5 mg. A exposição à dutasterida, representada pelos valores de ASC e de Cmáx, não foi estatisticamente
diferente na comparação entre os grupos etários. A meia-vida também não se mostrou estatisticamente diferente na comparação do grupo de
50 a 69 anos de idade com o grupo de mais de 70 anos de idade, faixa etária da maioria dos homens com HPB. Não se observou nenhuma
diferença no efeito da droga, medido pela redução da DHT, entre os grupos etários. Os resultados indicaram não ser necessário nenhum ajuste
de dose da dutasterida devido à idade.
- Insuficiência renal
O efeito da insuficiência renal sobre a farmacocinética da dutasterida não foi estudada. No entanto, menos de 0,1% de uma dose de 0,5 mg de
dutasterida em estado de equilíbrio é recuperável na urina humana; assim, nenhum ajuste de dose está previsto para pacientes com
insuficiência renal.
- Insuficiência hepática
O efeito sobre a farmacocinética de dutasterida em insuficiência hepática não foi estudado (ver o item Advertências e Precauções).
Avodart®
é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida à dutasterida, a outros inibidores da 5α-redutase ou a qualquer
componente da fórmula.
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Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres.
Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.
A dutasterida é absorvida pela pele, portanto mulheres e crianças devem evitar o contato com cápsulas que estejam vazando (ver o item Uso
em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco). Se ocorrer contato com cápsulas que estejam vazando, a área afetada deve ser lavada
imediatamente com água e sabão.
O efeito da insuficiência hepática sobre a farmacocinética de dutasterida não foi estudado. Uma vez que a dutasterida é extensivamente
metabolizada e tem meia-vida de 3 a 5 semanas, deve-se usar de cautela ao administrá-la a pacientes com doença hepática (ver os itens
Posologia e Modo de Usar e Propriedades Farmacocinéticas).
- Terapia combinada com tansulosina e a ocorrência do termo composto falência cardíaca
Em dois estudos clínicos de 4 anos de duração, a incidência de falência cardíaca (um grupo de doenças composto de eventos relatados,
primariamente insuficiência cardíaca e insuficiência cardíaca congestiva) foi mais elevada entre os indivíduos que faziam uso da combinação
de Avodart®
e de um alfa-bloqueador, principalmente tansulosina, do que entre os indivíduos que não recebiam a combinação. Nesses dois
ensaios, a incidência de insuficiência cardíaca foi baixa (≤1%) e variável entre os estudos. Não se observou desequilíbrio da incidência total
de eventos adversos cardiovasculares em nenhum dos ensaios. Também não se estabeleceu relação causal entre o uso de Avodart®
(em
monoterapia ou em combinação com um alfa-bloqueador) e a falência cardíaca (ver o item Resultados de Eficácia).
- Efeitos sobre o antígeno específico (PSA) e detecção do câncer de próstata
O exame retal digital, bem como outras avaliações do câncer de próstata, deve ser conduzido em pacientes com HPB antes do início do
tratamento com dutasterida e periodicamente a partir de então.
A concentração sérica de antígeno específico da próstata (PSA) é um importante componente do processo de investigação para detectar o
câncer de próstata. Avodart®
causa uma redução nos níveis séricos médios de PSA de aproximadamente 50%, após 6 meses de tratamento.
Deve-se estabelecer um novo nível basal de PSA em pacientes depois de 6 meses de tratamento com Avodart®
. Recomenda-se monitorar os
valores de PSA regularmente a partir de então.
Quaisquer aumentos confirmados continuados nos níveis de PSA desde os níveis mais baixos de PSA durante o tratamento com Avodart®
podem apontar a presença de câncer de próstata (sobretudo cancer de alto grau) ou o não cumprimento da terapia com dutasterida e devem ser
cuidadosamente avaliados, mesmo se esses valores ainda estiverem dentro da faixa normal para homens que não recebem tratamento com um
inibidor de 5α-redutase (ver o item Resultados de Eficácia). Para a interpretação dos níveis de PSA para o paciente em uso de Avodart®
, os
valores anteriores de PSA devem ser procurados para comparação.
O tratamento com Avodart®
não interfere no uso de PSA como ferramenta para auxiliar o diagnóstico de câncer de próstata após um valor
basal ter sido estabelecido (ver o item Resultados de Eficácia).
Os níveis séricos totais do PSA retornam aos valores basais no período de 6 meses após a descontinuação do tratamento.
A proporção entre o PSA livre e o PSA total permanece constante mesmo sob a influência de Avodart®
. Se os médicos escolherem o
percentual do PSA livre como auxiliar na detecção de câncer de próstata em homens sob tratamento com dutasterida, nenhum ajuste do valor
será necessário.
Os homens tratados com Avodart®
não devem doar sangue por pelo menos 6 meses após a administração da última dose. Essa é uma forma
de prevenção contra o risco de que mulheres grávidas recebam dutasterida através de transfusão de sangue.
Câncer de próstata e tumores de alto grau
Em um estudo de quatro anos em mais de 8.000 homens com idade entre 50 e 75 anos, com biópsia anterior negativa de câncer de próstata e
PSA basal entre 2,5 ng/mL e 10,0 ng/mL (estudo REDUCE), 1.517 homens tiveram diagnóstico de câncer de próstata. Houve maior
incidência de cânceres de próstata (pontuação de Gleason 8-10) no grupo Avodart®
(n=29, 0,9%) em comparação com o grupo placebo
(n=19, 0,6%). Não houve aumento da incidência de câncer de próstata com pontuação de Gleason 5-6 ou 7-10. Não se estabeleceu relação
causal entre Avodart®
e câncer de próstata de grau elevado. A significância clínica do desequilíbrio numérico é desconhecida. Os homens
que usam Avodart®
devem ser avaliados regularmente quanto ao risco de câncer de próstata, inclusive com exame do PSA (ver o item
Resultados de Eficácia).
Câncer de mama em homens
Câncer de mama foi relatado em homens que tomaram dutasterida em estudos clínicos (ver Resultados de Eficácia) e durante o período pós-
comercialização. Os pacientes devem ser orientados a relatar prontamente quaisquer alterações no tecido mamário, tais como nódulos ou
secreção no mamilo. Não está claro se há uma relação causal entre a ocorrência de câncer de mama masculino e o uso em longo prazo de
dutasterida.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e de operar máquinas
Com base nas propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas da dutasterida, não há previsão de que o fármaco interfira na capacidade de
dirigir nem de operar máquinas.
Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
O uso de Avodart®
não é indicado para mulheres nem para crianças. Não é necessário ajuste de dose para idosos. Não está previsto nenhum
ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal. Uma vez que a dutasterida é extensivamente metabolizada e tem meia-vida de 3 a 5
semanas, deve-se usar de cautela ao administrá-la a pacientes com doença hepática.
Mulheres, crianças e adolescentes não devem manusear Avodart®
, pois o ingrediente ativo contido nas cápsulas pode ser absorvido pela pele.
Lavar imediatamente a área afetada com água e sabão caso haja qualquer contato com a pele.
Fertilidade
Os efeitos da dutasterida 0,5 mg/dia (dutasterida: n=27; placebo: n=23) no líquido seminal foram avaliados em voluntários normais de 18 a
52 anos, durante 52 semanas de tratamento e nas 24 semanas posteriores. Nas 52 semanas, a média de redução em relação à contagem inicial
dos espermatozoides, ao volume de sêmen e à motilidade dos espermatozoides foi de 23%, 26% e 18%, respectivamente, no grupo tratado
com dutasterida (quando ajustado ao grupo placebo). A concentração e a morfologia dos espermatozoides permaneceram inalteradas.
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Completadas 24 semanas pós-tratamento, a média de alteração da contagem total de espermatozoides foi 23% inferior à contagem inicial.
Embora os valores médios de todos os parâmetros seminais tenham permanecido dentro dos intervalos normais durante todo o período
avaliado e não tenham atingido o critério predefinido para ser considerados como mudança significativa (30%), dois indivíduos do grupo que
recebeu dutasterida apresentaram redução da contagem de espermatozoides maior que 90% em comparação aos valores iniciais, com
recuperação parcial durante as 24 semanas subsequentes ao tratamento. A importância clínica do efeito da dutasterida nas características
seminais vinculadas à fertilidade dos pacientes não é conhecida.
Gravidez
A dutasterida é contraindicada para uso por mulheres. Não se estudou o uso da dutasterida em mulheres porque os dados pré-clínicos sugerem
que a supressão dos níveis circulantes de di-hidrotestosterona pode inibir o desenvolvimento dos órgãos genitais externos de um feto do sexo
masculino gerado por uma mulher exposta a esse medicamento.
Lactação
Não se sabe se a dutasterida é eliminada pelo leite materno.
Categoria C de risco na gravidez.
Estudos sobre metabolismo in vitro mostram que a dutasterida é metabolizada pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450 humano. Portanto,
as concentrações sanguíneas da dutasterida podem aumentar na presença de inibidores da CYP3A4.
Dados de estudos de fase II mostraram redução do clearance da dutasterida quando esta é coadministrada o com verapamil (37%) e diltiazem
(44%), inibidores da CYP3A4. Por outro lado, não se observou nenhuma redução do clearance com a coadministração de anlodipino nem de
outro antagonista dos canais de cálcio.
É improvável que a redução do clearance (e o aumento subsequente da exposição à dutasterida) , seja clinicamente significativa, na presença
de inibidores da CYP3A4, devido à larga margem de segurança (administraram-se a pacientes, por até 6 meses, doses até 10 vezes mais altas
que a recomendada). Portanto, nenhum ajuste de dose é necessário.
A dutasterida não é metabolizada, in vitro, pelas isoenzimas CYP1A2, CYP2A6, CYP2E1, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2B6 e
CYP2D6, do citocromo P450 humano.
A dutasterida não inibe, in vitro, as enzimas metabolizadoras de drogas do citocromo P450 nem induz, in vivo, as isoenzimas CYP1A,
CYP2B e CYP3A, do citocromo P450, em ratos e cães.
Estudos in vitro demonstram que a dutasterida não desloca a varfarina, o diazepam, acenocumarol, femprocumona, nem a fenitoína das
proteínas plasmáticas e que esses modelos de compostos não deslocam a dutasterida. Os compostos testados com relação a interações
medicamentosas ocorridas no homem incluem tansulosina, terazosina, varfarina, digoxina e colestiramina, e não se observou nenhuma
interação farmacocinética ou farmacodinâmica clinicamente significativa.
Embora pesquisas sobre interações específicas não tenham sido feitas com outros compostos, aproximadamente 90% dos participantes de
estudos de fase III de grande porte que receberam dutasterida tomavam concomitantemente outras medicações. Não se observou nenhuma
interação adversa clinicamente significativa em estudos clínicos quando a dutasterida foi coadministrada com anti-hiperlipidêmicos,
inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA), agentes bloqueadores β-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio,
corticosteroides, diuréticos, drogas anti-inflamatórias não esteroidais (AINEs), inibidores da fosfodiesterase tipo 5 e antibióticos da classe das
quinolonas.
Avodart®
deve ser armazenado na embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC). O prazo de validade é de 24 meses a
partir da data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
é apresentado na forma de cápsulas gelatinosas moles, de tom amarelo-escuro, opacas e de formato oblongo, para uso oral.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Modo de uso
Avodart®
pode ser ingerido com ou sem alimentos (ver o item Propriedades Farmacocinéticas). As cápsulas devem ser engolidas inteiras e
não podem ser mastigadas nem abertas, pois o contato com seu conteúdo provoca irritação da mucosa orofaríngea. Para homens adultos,
inclusive idosos, a dose recomendada é de uma cápsula (0,5 mg) diária administrada por via oral.
Embora seja possível observar melhora em estágio inicial, pode ser necessário prolongar o tratamento durante pelo menos 6 meses para
avaliar objetivamente a existência ou não de resposta terapêutica satisfatória.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Posologia
Homens adultos (inclusive idosos)
A dose recomendada de Avodart®
é uma cápsula (0,5 mg) administrada por via oral uma vez ao dia.
Modelo de Texto de bula – Profissionais de Saúde
Avodart
®
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Para o tratamento de HPB, Avodart®
pode ser administrado como monoterapia ou associado ao alfa-bloqueador tansulosina (0,4 mg).
Insuficiência renal
O efeito da insuficiência renal sobre a farmacocinética de dutasterida não foi estudado. No entanto, nenhum ajuste dose está previsto para
pacientes com essa condição (ver o item Propriedades Farmacocinéticas).
Insuficiência hepática
O efeito da insuficiência hepática sobre a farmacocinética de dutasterida não foi estudado (ver os itens Advertências e Precauções e
Propriedades Farmacocinéticas).
Avodart®
como monoterapia
Impotência, diminuição da libido, distúrbios da ejaculação e ginecomastia foram os eventos relatados com mais frequência nos estudos
clínicos.
Reações adversas relacionadas à droga (com incidência ≥1%) foram relatadas com mais frequência nos três estudos de fase III de Avodart®
em comparação com placebo:
Evento adverso
Incidência durante o 1o
ano de tratamento Incidência durante o 2o
ano de tratamento
Placebo
(n=2.158)
(n=2.167) Placebo
(n=1.736)
(n=1.744)
Impotência* 3% 6% 1% 2%
Alteração da libido
(diminuição)*
2% 4% <1% <1%
Distúrbios de ejaculação* <1% 2% <1% <1%
Distúrbios de mama+ <1% 1% <1% 1%
+ Abrange aumento da sensibilidade das mamas.
* Estes eventos adversos sexuais estão associados com o tratamento com dutasterida (incluindo a monoterapia e combinação com
tansulosina). Estes eventos adversos podem persistir após a descontinuação do tratamento. O papel da dutasterida nesta persistência
é desconhecido.
Não se observou nenhuma evidência de alteração dos eventos adversos durante os 2 anos de acompanhamento em estudos de extensão
abertos.
Tratamento Combinado com Avodart®
e tansulosina para HPB
Houve relatos de reações adversas relacionadas à droga (com incidência cumulativa ≥1%) na análise do estudo CombAT (Combinação de
e tansulosina), sobre a comparação de Avodart®
0,5 mg e tansulosina 0,4 mg uma vez ao dia por 4 anos (em combinação ou em
monoterapia).
Modelo de Texto de bula – Profissionais de Saúde
Avodart
®
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Incidência durante o período de tratamento
1º ano 2º ano 3º ano 4º ano
Combinaçãoa
(n) (n=1.610) (n=1.428) (n=1.283) (n=1.200)
Dutasterida (n=1.623) (n=1.464) (n=1.325) (n=1.200)
Tansulosina (n=1.611) (n=1.468) (n=1.281) (n=1.112)
Impotência b
6% 2% <1% <1%
Dutasterida 5% 2% <1% <1%
Tansulosina 3% 1% <1% 1%
Alteração da libidob
(diminuição)
5% <1% <1% 0%
Dutasterida 4% 1% <1% 0%
Tansulosina 2% <1% <1% <1%
Distúrbios de ejaculação b
9% 1% <1% <1%
Dutasterida 1% <1% <1% <1%
Tansulosina 3% <1% <1% <1%
Distúrbios de mamac
2% <1% <1% <1%
Dutasterida 2% 1% <1% <1%
Tansulosina <1% <1% <1% 0%
Vertigem
1% <1% <1% <1%
Dutasterida <1% <1% <1% <1%
Tansulosina 1% <1% <1% 0%
a
Combinação = 0,5 mg de dutasterida mais 0,4 mg de tansulosina uma vez ao dia.
b
Estes eventos adversos sexuais estão associados com o tratamento com dutasterida (incluindo a monoterapia e combinação com
tansulosina). Estes eventos adversos podem persistir após a descontinuação do tratamento. O papel da dutasterida nesta persistência é
desconhecido.
c
Abrange sensibilidade e aumento das mamas.
Dados pós-comercialização
As reações adversas relacionadas à droga são classificadas, de acordo com a frequência, em: muito comuns (>1/10), comuns (>1/100 e
<1/10), incomuns (>1/1.000 e <1/100), raras (>1/10.000 e <1/1.000) e muito raras (<1/10.000), incluindo-se relatos isolados. As categorias de
frequência determinadas por dados pós-comercialização referem-se mais à taxa de relatos do que às frequências reais.
Desordens do Sistema Imune
Muito raro: reação alérgica, incluindo rash, prurido, urticária, edema localizado, e angioedema;
Desordens psiquiátricas
Muito raro: sintomas depressivos.
Desordens da pele e do tecido subcutâneo
Raro: alopecia (principalmente perda de pelos corporais), hipertricose.
Desordens do sistema reprodutivo e da mama
Muito raros: dor e inchaço nos testículos.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado
eficácia e segurança aceitáveis, mesmo indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou
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desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível
em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.