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Espironolactona Eurofarma

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Para que Espironolactona Eurofarma e indicado?

Espironolactona Eurofarma é um medicamento Genérico, seu princípio ativo é espironolactona , é fabricado por Eurofarma , sua indicação de uso é Diurético e é necessário apresentar receita no momento da compra.

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INDICAÇÕES

Espironolactona comprimidos é indicada para o tratamento da hipertensão essencial; distúrbios edematosos, tais

como: edema e ascite da insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática e síndrome nefrótica; edema

idiopático; como terapia auxiliar na hipertensão maligna; na hipopotassemia quando outras medidas forem

consideradas impróprias ou inadequadas; profilaxia da hipopotassemia e hipomagnesemia em pacientes tomando

diuréticos, ou quando outras medidas forem inadequadas ou impróprias. Espironolactona é indicada para o

diagnóstico e tratamento do hiperaldosteronismo primário e tratamento pré-operatório de pacientes com

hiperaldosteronismo primário.

CONTRAINDICAÇÕES

Espironolactona é contraindicada à pacientes com insuficiência renal aguda, diminuição significativa da função

renal, anúria e hiperpotassemia ou outras condições associadas à hiperpotassemia, doença de Addison ou

hipersensibilidade à espironolactona ou de qualquer outro componente da fórmula, ou com uso concomitante de

eplerenona.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Adultos: A dose diária pode ser administrada em doses fracionadas ou em dose única.

Hipertensão Essencial: Dose usual de 50 a 100 mg por dia, que nos casos resistentes ou graves pode ser

gradualmente aumentada, em intervalos de duas semanas, até 200 mg/dia. O tratamento deve ser mantido por no

mínimo duas semanas, visto que uma resposta adequada pode não ocorrer antes desse período de tempo. A dose

deverá ser, posteriormente, reajustada de acordo com a resposta do paciente.

Doenças Acompanhadas por Edema

A dose diária pode ser administrada tanto em doses fracionadas como em dose única.

Insuficiência Cardíaca Congestiva: É recomendado administrar uma dose inicial diária de 100mg de

espironolactona, administrada em dose única ou dividida, podendo variar entre 25 e 200mg diariamente.

Quando o edema estiver controlado, a dose habitual de manutenção deve ser determinada para cada paciente.

Cirrose Hepática: Se a relação sódio urinário/potássio urinário (Na+ / K+) for maior que 1 (um), a dose usual é

de 100 mg/dia. Se essa relação for menor do que 1 (um), a dose recomendada é de 200 a 400 mg/dia. A dose de

manutenção deve ser determinada para cada paciente.

Síndrome Nefrótica: Habitualmente 100 a 200 mg/dia. Espironolactona não é medicamento anti-inflamatório,

não tendo sido demonstrado afetar o processo patológico básico, e seu uso é aconselhado somente se outra

terapia for ineficaz.

Edema Idiopático: A dose habitual é de 100 mg por dia.

Edema em Crianças: A dose diária inicial é de aproximadamente 3,3 mg por kg de peso administrada em dose

fracionada. A dosagem deverá ser ajustada com base na resposta e tolerabilidade do paciente.

Diagnóstico e Tratamento do Hiperaldosteronismo Primário

Espironolactona pode ser empregado como uma medida diagnóstica inicial para fornecer evidência presuntiva de

hiperaldosteronismo primário enquanto o paciente estiver em dieta normal.

Teste a Longo Prazo: espironolactona é administrada em uma dosagem diária de 400 mg por 3 ou 4 semanas.

Correção da hipopotassemia e da hipertensão revela evidência presuntiva para o diagnóstico de

hiperaldosteronismo primário.

Teste a Curto Prazo: espironolactona é administrada em uma dosagem diária de 400 mg por 4 dias. Se o potássio

sérico se eleva durante a administração de espironolactona, porém diminui quando é descontinuado, o

diagnóstico presuntivo de hiperaldosteronismo primário deve ser considerado.

Tratamento Pré-operatório de Curto Prazo de Hiperaldosteronismo Primário

Quando o diagnóstico de hiperaldosteronismo for bem estabelecido por testes mais definitivos, espironolactona

pode ser administrada em doses diárias de 100 a 400 mg como preparação para a cirurgia. Para pacientes

considerados inaptos para cirurgia, espironolactona pode ser empregado como terapia de manutenção em longo

prazo, com o uso da menor dose efetiva individualizada para cada paciente.

Hipertensão Maligna

Somente como terapia auxiliar e quando houver excesso de secreção de aldosterona, hipopotassemia e alcalose

metabólica. A dose inicial é de 100 mg/dia, aumentada quando necessário a intervalos de duas semanas para até

400 mg/dia. A terapia inicial pode incluir também a combinação de outros fármacos anti-hipertensivos à

espironolactona. Não reduzir automaticamente a dose dos outros medicamentos como recomendado na

hipertensão essencial.

Essa versão não altera nenhuma anterior

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25/7/2013

RDC Nº 47 de 08/09/2009

Hipopotassemia/ hipomagnesemia

A dosagem de 25 mg a 100 mg por dia é útil no tratamento da hipopotassemia e/ou hipomagnesemia induzida

por diuréticos, quando suplementos orais de potássio e/ou magnésio forem considerados inadequados.

Dose omitida: Caso o paciente esqueça-se de tomar espironolactona no horário estabelecido, deve fazê-lo assim

que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de administrar a próxima dose, deve desconsiderar a dose

esquecida e utilizar a próxima. Neste caso, o paciente não deve tomar a dose duplicada para compensar doses

esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

REAÇÕES ADVERSAS

As seguintes reações adversas foram relatadas em tratamento com espironolactona:

Neoplasmas Benignos, Malignos e não específicos (incluindo cistos e pólipos): neoplasma benigno de mama.

Sistema Sanguíneo e Linfático: leucopenia (incluindo agranulocitose), trombocitopenia.

Metabólico e Nutricional: distúrbios eletrolíticos e hipercalemia.

Psiquiátrico: alterações na libido, confusão.

Sistema Nervoso: tontura.

Gastrointestinal: distúrbios gastrointestinais, náuseas.

Hepatobiliar: função hepática anormal.

Pele e Tecidos Subcutâneos: síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica (NET), erupção à droga

com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS) alopecia, hipertricose (crescimento de cabelo anormal), prurido,

rash, urticária.

Musculoesquelético e Tecidos Conjuntivos: hiperpotassemia e cãibras nas pernas.

Sistema Renal e Urinário: insuficiência renal aguda.

Sistema Reprodutivo e Distúrbios Mamários: dor nas mamas, distúrbios menstruais, ginecomastia*.

Geral: mal-estar.

* A ginecomastia é geralmente reversível quando a espironolactona é descontinuada, embora, em casos raros, o

aumento das mamas pode persistir.

Outras reações também relatadas foram: sonolência, cansaço, dor de cabeça, confusão mental, febre, ataxia,

impotência. Foi observado carcinoma mamário em pacientes tomando espironolactona, todavia uma relação de

causa e efeito não pôde ser estabelecida.

Ginecomastia pode se desenvolver em associação com o uso de espironolactona e o médico deve estar alerta para

sua possível instalação.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA,

disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária

Estadual ou Municipal.

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